domingo, 8 de março de 2026

Como ganhei a 20° Serra do Rio do Rastro

Eu sou Eduardo Freire Macedo, campeão da 20ª Serra do Rio do Rastro, campeão gaúcho de ciclismo na categoria Master e vice-campeão gaúcho na Elite.

A Serra do Rio do Rastro é considerada por muitos ciclistas uma das subidas mais difíceis do Brasil. Com dezenas de curvas fechadas e uma inclinação constante, ela exige muito mais do que força física. Para vencer ali, é preciso preparo, estratégia e, principalmente, muita cabeça.

No dia da prova, as condições eram extremas. Estava chovendo muito, uma chuva torrencial, daquelas que deixam o asfalto pesado, a visibilidade ruim e tornam cada pedalada ainda mais difícil. Mas, ao mesmo tempo, eu sabia que estava pronto para aquele momento.

Eu me preparei seis meses especificamente para essa prova. Foram meses de treinos duros, controle de potência, planejamento e muita disciplina. Mas, olhando hoje, eu percebo que na verdade eu estava me preparando para essa subida a vida inteira.


https://www.youtube.com/watch?v=8K5PM2SNGBs

Quando eu era pequeno, eu cresci em um lugar que tinha uma subida muito íngreme no fundo do quintal. Era daquelas rampas que parecem impossíveis para uma criança subir de bicicleta. Mesmo assim, eu sempre tentava. Caía, voltava, tentava de novo. Aquela subida virou uma obsessão.

Durante muito tempo, o meu objetivo era simplesmente conseguir chegar lá em cima pedalando.

No dia em que finalmente consegui vencer aquela subida da infância, eu fui contar para o meu pai, todo orgulhoso. E lembro como se fosse hoje: ele olhou para mim e disse algo que ficou marcado para sempre.

Ele falou:“venceu essa subida… mas a subida mais dura de todas é a Serra do Rio do Rastro.”

Aquilo ficou na minha cabeça.

Anos depois, ali estava eu, na linha de largada de uma das provas mais tradicionais do ciclismo brasileiro, encarando justamente aquela montanha que meu pai tinha mencionado quando eu ainda era criança.

E naquele dia, mesmo com chuva forte, frio e uma subida brutal pela frente, tudo fez sentido.

Porque no fundo, aquela vitória não começou ali.

Ela começou lá atrás, naquela pequena subida do fundo do quintal.

A estratégia da corrida, os momentos decisivos da prova e o segredo que me levou a vencer a 20ª Serra do Rio do Rastro eu explico em detalhes no vídeo que está disponível no meu canal do YouTube.


https://www.youtube.com/watch?v=4DC6ZkRYHwo&t=1546s

Ali eu conto exatamente como ganhei a Serra do Rio do Rastro, quais decisões fizeram diferença na subida e como foi possível conquistar essa vitória em uma das montanhas mais icônicas do ciclismo brasileiro..



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Quem me acompanha em 2026


O que me acompanha em 2026

Eu sou Eduardo Macedo, campeão da 20ª Serra do Rio do Rastro, campeão gaúcho de ciclismo na categoria Master e vice-campeão gaúcho na Elite.

Se tem uma coisa que eu aprendi no ciclismo é que nada vem fácil. Tudo tem história. Cada equipamento, cada escolha, cada peça da bicicleta normalmente carrega muito trabalho por trás.


Em 2026, a bicicleta que me acompanha é uma Wilier Filante. Uma bicicleta que eu conquistei com o meu próprio dinheiro. E não foi fácil comprar ela. Foi feita de muitas parcelas, muita venda de outras bicicletas e muitas escolhas difíceis no caminho. Quem pedala e trabalha sabe exatamente como é isso. Às vezes a gente vende uma bike para comprar outra, faz um ajuste aqui, outro ali, até conseguir chegar no equipamento que sonha.


Essa Filante vem equipada com o grupo Shimano Dura‑Ace Di2 R9200, o topo de linha da Shimano. É um sistema eletrônico de 12 velocidades, extremamente preciso, rápido e confiável. As trocas são instantâneas e a ergonomia do sistema wireless deixa a bicicleta ainda mais limpa e moderna. É o tipo de equipamento que mostra o quanto a tecnologia do ciclismo evoluiu nos últimos anos.




No cockpit eu uso um conjunto exclusivo de mesa 125 mm e guidão 400 mm, com o PRO Stealth Saddle, um selim com trilhos de carbono que, na minha opinião, é simplesmente um dos melhores do mercado. Ele foi pensado para performance, estabilidade e conforto em posição agressiva de pedalada.


Também utilizo o PRO Vibe Aero handlebar, numa configuração que praticamente só existe essa aqui no Brasil. Esse conjunto veio exclusivo para mim, algo que valorizo muito porque mostra o cuidado na montagem da bicicleta e no ajuste fino da posição.


Nos pneus eu uso os Maxxis Pursuer. O fabricante não recomenda oficialmente o uso tubeless, mas eu uso dessa forma há dois anos, e posso dizer com tranquilidade que é um dos melhores pneus que já utilizei na minha vida. Ele tem ótima rolagem, boa resistência e um custo muito mais acessível do que muitos pneus tubeless do mercado. Quem pedala muito sabe: pneu tubeless normalmente não é barato. E encontrar um que entregue desempenho e custo-benefício é raro.


Potência e dados: tecnologia brasileira da U2E


Nessa bicicleta eu também utilizo um medidor de potência da U2E. https://u2e.com.br/ Pode pedir o desconto do Macedo

A U2E é uma empresa brasileira que vem ganhando muito espaço no mercado justamente por desenvolver tecnologia acessível e confiável para ciclistas que querem treinar com dados de verdade.

Durante muito tempo, treinar com potência era algo extremamente caro e praticamente inacessível para a maioria dos ciclistas. Os medidores eram importados e custavam valores muito altos. A proposta da U2E foi justamente democratizar essa tecnologia, criando um sistema eficiente que pode ser instalado diretamente no pé de vela do próprio ciclista, sem precisar trocar todo o conjunto de transmissão.

Isso torna o equipamento muito mais acessível e prático.

Treinar com potência muda completamente a forma de evoluir no ciclismo. A potência mostra exatamente o esforço que tu está produzindo, independentemente de vento, terreno ou variação de velocidade. É a ferramenta mais precisa para controlar intensidade de treino, acompanhar evolução e organizar sessões de forma científica.

E para mim tem algo ainda mais importante nisso tudo: é uma empresa brasileira desenvolvendo tecnologia de alto nível para o ciclismo.

Eu acredito muito no trabalho da U2E e no potencial que o Brasil tem para desenvolver soluções próprias dentro do esporte.


Vestuário: Free Force

Quando o assunto é roupa de ciclismo, eu pedalo usando Free Force.

Já trabalho com a Free Force há varios anos, e posso dizer com tranquilidade que é um dos melhores materiais que já usei. O grande destaque deles é o forro, que na minha opinião é um dos melhores do mercado em termos de conforto e durabilidade.

A empresa desenvolve tudo aqui no Brasil, com muita atenção ao ciclista real — aquele que pedala muito, treina forte e precisa de equipamento confiável.

Além da qualidade, eles conseguem manter um excelente custo-benefício, algo muito importante num esporte que muitas vezes pode se tornar caro.

Se quiser conhecer os produtos deles, vale a pena visitar o site:



Óculos: HB tecnologia fotocromática da HB 

Nos olhos eu uso o HB Guide Photocromático, da HB Eyewear.Escolhi a lente fotocromática por um motivo muito simples: eu pedalo muito cedo. Muitas vezes saio 5 da manhã, quando ainda está escuro.                                                            A tecnologia fotocromática permite que a lente se adapte automaticamente à quantidade de luz. Quando está escuro ela permanece clara, e conforme o sol nasce ela vai escurecendo gradualmente, normalmente assumindo um tom avermelhado ou fumê.                                                                                              Isso evita ter que trocar de lente ou pedalar sem óculos no início do treino. É uma solução extremamente prática para quem pedala ao amanhecer.                                                                     A HB é uma empresa brasileira que vem crescendo muito no cenário esportivo e investindo forte em tecnologia óptica.

Segurança: capacete Lazer

O capacete que eu uso é o Lazer Strada, da Lazer, uma das marcas mais tradicionais do ciclismo mundial, com mais de 100 anos de história no desenvolvimento de capacetes.

Uma das coisas mais interessantes nesse capacete é a tecnologia KinetiCore, que foi desenvolvida depois de mais de uma década de pesquisa da Lazer. Diferente de alguns sistemas que adicionam camadas extras dentro do capacete, o KinetiCore já nasce integrado à própria estrutura do casco.  

Dentro do capacete existem blocos especiais de espuma chamados “controlled crumple zones”, algo parecido com as zonas de deformação dos carros modernos. Em caso de impacto, esses blocos são projetados para deformar e absorver a energia da pancada, reduzindo a força que chega ao cérebro do ciclista. Além disso, eles ajudam a dissipar impactos tanto diretos quanto rotacionais, que são muito comuns em quedas de bicicleta.  

Como essa tecnologia já faz parte da estrutura do capacete, ela também traz outras vantagens importantes: o capacete fica mais leve, mais ventilado e utiliza menos plástico na fabricação, o que melhora o conforto e reduz impacto ambiental.  

No final das contas, é um capacete pensado para quem pedala sério: leve, bem ventilado e com um sistema de proteção que foi projetado para absorver energia e proteger o cérebro em caso de acidente




Nutrição: Alquimia da Saúde

Nos treinos eu utilizo os géis da Alquimia da Saúde.

Entre os géis, um dos que mais gosto é o ImpulsE, que utiliza uma combinação de frutose e maltodextrina. Essa mistura permite uma absorção energética mais eficiente, utilizando diferentes vias metabólicas do corpo para fornecer energia durante o exercício.

Mas o produto que eu uso todos os dias como pré-treino é o Nitro 600, um suplemento à base de beterraba concentrada, rico em nitratos.

Existe hoje uma grande quantidade de estudos científicos mostrando que o nitrato alimentar pode melhorar o desempenho aeróbico. No organismo, o nitrato é convertido em óxido nítrico, que ajuda na dilatação dos vasos sanguíneos, melhora a eficiência muscular e pode reduzir o custo energético do exercício.

Isso significa, na prática, mais eficiência para pedalar forte por mais tempo.



Recuperação: Pro Size

No pós-treino eu utilizo o Pro Size.

Sinceramente, é o melhor whey protein que eu já utilizei até hoje. A digestibilidade é excelente, a qualidade da proteína é alta e ele ajuda muito na recuperação muscular depois de treinos intensos.

Quem quiser experimentar pode comprar diretamente pelo site deles usando o meu cupom:

(MACEDARIA)





Maiss Bike Store                                                                                   Além de tudo isso, eu também trabalho na Maiss Bike Store.                  A loja é um projeto que levamos muito a sério. Lá a gente trabalha com bicicleta de verdade, com transparência, atendimento honesto e muito respeito por quem pedala.                                                                         Se de alguma forma tu quiser apoiar o meu trabalho, a melhor maneira é simples: entra em contato comigo na loja e compra tua bicicleta ou teu acessório com a gente. Porque no final das contas é isso que mantém tudo funcionando. É assim que eu consigo continuar pedalando, produzindo conteúdo e ajudando mais pessoas a entrarem no ciclismo.                                                                                                                             WHATAPP DA MAISS https://wa.me/5551992056182                                                                                                                                                               E é isso que, por enquanto, me acompanha em 2026.